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Sou um homem heterossexual e gostaria de comentar uma espécie de fantasia que se tornou realidade. Porém, ainda que ainda me causa certos problemas, pois temo que tenha transformado uma mulher em uma perigosa aberração sexual através de meus desejos secretos.
Antes, deixem-me descrever os personagens desta estória brevemente. Eu sou um executivo de meia idade, um sujeito típico, sem nada de especial. A mulher beira seus quarenta anos é uma pessoa emocional, atrativa, casada com um homem totalmente impotente devido a uma doença. Ela está dividida entre se manter pelo menos tecnicamente fiel ao marido e um desejo urgente de satisfazerr sua libido. Eu gosto dela e sinto por seu problema. Nós nos envolvemos em um caso limitado ao cunnilingus e ao fellatio.
Mas este acordo não era satisfatório para nenhum de nós dois. De minha parte, eu gostava de praticar sexo oral com uma mulher tão atraente, mas sempre como uma forma de preliminar, mais do que como um objetivo em si mesmo. Ela se sentia culpada e não conseguia chegar ao orgasmo. Não era bom o suficiente, simplesmente isso. Até que descobrimos algo mais, quase que por acidente. Eu estava acariciando sua vulva, preparando-a para o cunnilingus, quando sem querer um dedo meu escorregou entre a rachinha de sua bunda. A ponta pressionou seu ânus. Ela se contraiu toda e gritou, gozando instantaneamente.
Aqui chegamos à fantasia propriamente dita. Ela era, em fantasia, voltada ao erotismo anal.
Mais tarde, ela confessou que sonhava com um homem enfiando um dedo através do esfíncter do ânus, entrando em seu reto. Indo além, ela imaginava sua boca ali. E ela, devolvendo o favor, usando também seus lábios e línguas nele.
Em outra ocasião nós realmente fizemos isso. Pessoalmente, eu tinha lá minhas dúvidas, para dizer a verdade. Em minha experiência havia tido mulheres que gostavam de brincadeiras anais e eu não tenho nada contra isso. Quando estou no clima ideal, o ânus de uma mulher atraente pode ser tão atraente como qualquer outra parte dela. Eu gosto de tudo nas mulheres e embora eu nunca tenha realizado uma penetração anal, eu costumo acariciar as mulheres “ali” durante as preliminares ou no cunnilingus, se ela se sentir confortável.
Mas o que aconteceu é que depois de se liberar de suas inibições, esta mulher se mostrou totalmente ávida pelo sexo oral-anal. Não era somente a melhor, mas talvez a única forma através da qual ela chegava ao clímax. E para a experiência ser completa, ela queria que fosse compartilhada, de forma que se tornou nosso costume regular. Deitados de forma invertida, minha cabeça junto a seus pés e vice-versa, eu acoplava minha boca em seu ânus enquanto acariciava sua vulva e o clitóris com minhas mãos e dedos. Ela, por sua vez, abrigava meu pênis entre seus peitos, segurava meus testículos e lambia e chupava meu ânus.
Viver na realidade esta fantasia foi uma experiência suprema pra ela. Ela ficava louca de prazer, seu ânus contraindo em meus lábios, a vagina praticamente jorrando seus fluidos, enquanto ela mordia e chupava meu ânus, esmagando meu pênis entre seus seios, em um clímax longo e interminável.
Tudo isso era muito prazeroso para mim também, admito. Tenho algo de voyeur, gosto de olhar para uma linda mulher em todos seus lugares mais íntimos, apreciar o rosa molhado da vagina, o clitóris inchado, o buraquinho do xixi abrindo e fechando ao toque de minha língua, seu ânus piscando e pulsando. Gosto de senti-la, de cheirá-la, de sentir seu gosto. É uma sensação deliciosa ter a língua dela me acariciando, enquanto eu gozo fortemente, meu pênis jorrando esperma sobre sua barriga.
Mas tudo isso sendo bom, ainda assim é algo que empalidece diante da “coisa verdadeira”. Eu gosto de dar prazer a ela dessa forma, eu também sinto prazer. Mas para mim é só uma brincadeira, eu permaneço inafetado em última instância. Para ela, está assumindo rapidamente a proporção de uma obsessão. Ela não quer nada mais agora e eu estou preocupado. Ela é uma ótima pessoa e gosto dela, mas não gostaria de encorajar uma aberração sexual que eventualmente a machuque emocionalmente.
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eu curto fazer um cunete, mamar cu de homens vou ao delirio.