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Eu me lembro da primeira vez, meu namorado disse "vamos fazer sexo anal" no primeiro final de semana desde que começamos a ficar. Pensei para mim mesma "tá bom, vá esperando". Nós já nos conhecíamos há mais de dez anos, não sei como teria me sentido caso eu mal o conhecesse.
Mas fiquei curiosa com o comentário, vou confessar. Ele prometeu que não iria doer e que, caso doesse, ele pararia imediatamente. Ele tinha um tubo de gel KY a mão, mas primeiro ele fez sexo oral em mim, me chupando até que eu gozasse. Depois nós fizemos sexo vaginal, eu gozei mais uma vez, mas ele se segurou.
Então ele me virou e fiquei deitada de bruços. Ele lambeu meu cuzinho, enquanto com uma mão ele tocava meu clitóris…foi tão gostoso…Eu sabia o que ia acontecer em seguida e devia estar um pouco assustada, pois não me lembro de gozar nesse momento.
Depois de um tempo, as mãos dele deixaram minha boceta e vieram brincar com meu cu. Eu estava excitada e logo um dedo entrou dentro de mim, bem devagar. Foi uma delícia e nem um pouco assustador.
Eu já estava gemendo alta e ele colocou dois dedos dentro de mim. Ele se debruçou sobre mim e colocou seu pau lubrificado bem na portinha de minha bunda. Empurrou gentilmente a cabecinha contra meu ânus e eu senti a sensação fria do lubrificante.
Ele tentou empurrar de novo e eu disse que tinha medo. Novamente, ele prometeu que iria parar, se doesse. Ao mesmo tempo, acariciou meu rosto gentilmente e prometeu que nunca iria me machucar. A verdade é que ele estava me escutando, disposto a parar por mim apesar de seu próprio prazer.
Isto me ajudou a relaxar e com gentileza, firmeza, regularidade e sem pressa nenhuma foi entrando em meu cu. A sensação era molhada, quente, excitante…e não doeu nada! Ele empurrou devagar até que a glande passou pelo anel do esfíncter.
Quando estava pela metade, ele sussurou em meu ouvido, "Como você está? Está doendo? Quer que eu pare?". Eu sussurrei de volta, "Estou bem, não dói. Vem devagar, mas vem para dentro do meu cu". Quando ele entrou por completo, eu mal podia acreditar. Não doía e eu me sentia completamente preenchida.
Desde então, o sexo anal é uma de nossas paixões e nós fazemos pelo menos uma vez a cada três transa. Acho que nossa vida sexual é muito mais completa e sempre estamos explorando as possibilidades do prazer anal. E o primeiro passo foi ele conversar abertamente sobre seu desejo e mostrar-se um homem seguro e bem informado sobre o que ele iria fazer, afastando todo meu medo e insegurança. Quem iria adivinhar que isto é possível?


















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